Gosto de nomear as coisas, mas geralmente sou a única a gostar dos nomes que dou. A idéia me surgiu nesta última noite, quando eu, o Xenl e o Demetrinho pensávamos em um nome para nossa possível futura cachorrinha (a grande contra gosto do Mário). Quando me perguntaram uma sugestão, respondi na hora: "Paçoca!". Pelo jeito, não foi muito bem aprovada. Poxa, eu acho Paçoca um nome tão bonitinho, alegre e descontraído. Nenhuma das minhas outras sugestões teve melhor efeito: "Marula", "Pipira", "Picica", "Cachacinha", "Vaca preta"... Todas palavras que surgiam do nada na minha cabeça, como a maioria das minhas idéias. Bom, pelo menos melhor do que "Kaka", nome o qual o Demtrinho insistiu infinitamente ser o melhor... puxa saco.
Então, durante meus momentos reflexivos (leia-se: de vagabundagem) enquanto deveria estar fazendo trabalho da facul (outro momento de nascimento das minhas idéias), fiquei a pensar em tudo que já nomeei. Tá, na verdade, eu vi o nome da minha pseudo banda virtual no Vida Rock: "Ervilhas defumadas". Um nome tão bonitinho, alegre e descontraído, mas que provavelmente sou a única a gostar.
E "Gumercindo" e "Juvenal"? Meus queridos instrumentos, também carinhosamente chamados de "Gugu" e "Juveco". Daria até p'ra montar uma dupla sertaneja com esses nomes! (tão bonitinhos, alegres e descontraídos).
Aí olho para o nome desse blog. Não é tão bonito, nem alegre. Talvez um pouco descontraído. Mas combina perfeitamente comigo e, principalmente, com o que estou fazendo agora. Ou melhor dizer: não fazendo? (o meu trabalho).
terça-feira, junho 08, 2010
sábado, maio 22, 2010
Notícias estranhas (parte 4)
A mulher contou aos policiais que o homem fugiu quando a viu acordando e que ela não tem condições de descrevê-lo.
Os investigadores trabalham com a possibilidade de o caso ter relação com outros na cidade nos últimos dois anos, inclusive de abuso sexual. Apesar do susto, a mulher não foi ferida ou violentada pelo estranho."
Eu tenho a resposta p/ isso: chama-se "Tequila"
Notícias estranhas (parte 3)
Será que pelo menos nisso ele é bom? (o nome dele é Ruindade... sacou? sacou? sacou?)
OBS: Eu e minhas piadinhas infames...
Notícias estranhas (parte 2)
Porque, de acordo com os ensinamentos do Sr. Miyagi, qualquer simples objeto pode virar uma arma. Agora o contrário...
(ou eu estaria tirando este ensinamento de outro filme?)
OBS: Me mijando de rir imaginando a cena... hauhauahuahauhauahuahuahaa
sexta-feira, maio 21, 2010
segunda-feira, janeiro 25, 2010
Vinho e café o que que dá?
Em certa madruga, peguem um tanto de bebida alcoólica, misturem com café em intervalos regulares (quando a bebida começar a te dar sono), e culpem a insônia por tudo. O que terão? Uma porcaria de música, cheia de clichês, que precisou ser terminada em momentos de sobriedade.

(In)versos de necessidade*
Mônica Azevedo
Tudo o que falamos
Tudo o que passamos
Coisas que não vão voltar
E em cada movimento
O tempo parece estar
No inverso da necessidade
Neste apartamento
Sinto receios
No violão insito em tocar
E no silêncio
Eu pareço mostrar
Versos de necessidade
Mas se um dia puderes ouvir
O que existe além do silêncio
Poderia, enfim, demonstrar
O que sinto
É mais que necessidade
Tudo o que pensamos
Porém não demonstramos
Coisas que não vão voltar
E em um suspiro
O tempo parece passar
Além da necessidade
Mas se um dia resolveres ficar
Para sempre, ou por um momento
Poderíamos, então, descobrir
O que existe
Além da necessidade
* Por falta de um título melhor, vai esse mesmo...

(In)versos de necessidade*
Mônica Azevedo
Tudo o que falamos
Tudo o que passamos
Coisas que não vão voltar
E em cada movimento
O tempo parece estar
No inverso da necessidade
Neste apartamento
Sinto receios
No violão insito em tocar
E no silêncio
Eu pareço mostrar
Versos de necessidade
Mas se um dia puderes ouvir
O que existe além do silêncio
Poderia, enfim, demonstrar
O que sinto
É mais que necessidade
Tudo o que pensamos
Porém não demonstramos
Coisas que não vão voltar
E em um suspiro
O tempo parece passar
Além da necessidade
Mas se um dia resolveres ficar
Para sempre, ou por um momento
Poderíamos, então, descobrir
O que existe
Além da necessidade
* Por falta de um título melhor, vai esse mesmo...
domingo, janeiro 17, 2010
Retornando das cinzas
16 de janeiro de 2010, 7:05 da manhã (faltando quase 2 horas para o embarque). Eis que estou aqui, em um “Café” no aeroporto de Brasília, esperando o horário do meu vôo para Ribeirão Preto (minhas aulas recomeçam nessa segunda feira). Meu tempo de espera aqui é de, aproximadamente, 2 horas e meia. Passei meia hora comendo tapioquinha, pão de queijo e tomando capuccino (é, eu sei, é muita coisa, mas esses garçons “maleditos” ficam me olhando com cara de cachorro pidão, e como não tenho mais nada para fazer mesmo, só vou acrescentando coisas a minha lista a qual deveria ser um início de dieta... que pelo jeito na será iniciada tão cedo) e apanhando para essa porra de Wireless. Após perceber que algo de útil eu só vou conseguir pagando, resolvi ir para outras opções. To com muito sono para ler ou estudar e sem paciência para paciências, então, só me resta escrever. Optei por um esboço para retornar a ativa meu tão abandonado blog. Se eu vou colocar isso aqui ou não, isso são outros quinhentos. Já fiz milhares de outros esboços em outras oportunidades, alguns só iniciei, outros cheguei a contar algumas histórias, mas sempre bate preguiça ou me aparece algo mais interessante para fazer. Não é atoa que isso aqui está desativado há tanto tempo.
Mas enfim... agora que comecei a escrever, não sei sobre o que falar. Tantas coisas me aconteceram nos últimos dias... quem sabe começar pela aventura que foi chegar em Fortaleza? Nossas férias sempre foram um tanto de “improviso”. Em cima da hora decidimos para onde vamos, e quando chegamos ao nosso destino, decidimos o roteiro. Apesar de toda confusão, sempre deu certo. É só a gente inventar de organizar para dar cagada. Tudo começou quando, lá em Macapá, papai aparece com uma história de uma certa empresa de turismo (melhor nem mencionar o nome) ter um pacote o qual já vinha incluído passagens de ida e volta, hospedagem por 1 semana, e um passeio city tour + beach park em Fortaleza. Resolvemos aceitar. O vôo era fretado e sairia de Belém direto para Fortaleza, então só nos bastava comprar passagens Macapá- Belém... papi comprou em um horário o qual quase coincidia com o do vôo para Fortaleza, assim, iríamos para Belém, passaríamos em torno de 1 hora no aeroporto, e já iríamos direto para Fortaleza (no vôo fretado). Mas eis que nossa queridíssima empresa de turismo resolveu não fretar mais o vôo e nos jogou em vôo comercial mesmo, o qual sairia mais de 12 horas depois do previsto (o vôo sairia de Macapá meia noite, chegaria em Belém em torno da meia noite e 45, depois embarcaríamos novamente às 15 horas). Ah, e isso avisado 1 dia antes da viagem. E complementando, o vôo, o qual iria direto para Fortaleza, dessa vez viria para Brasília, e daqui para Fortaleza. Papai, um “amante” de viagens de avião, “adorou” a idéia. Ele ainda tentou correr atrás, mas o máximo que talvez consiga seja a empresa pagar nossos gastos extras em Belém. Como não tinha jeito, iríamos passar às 12 horas em Belém, entrei na internet pra ver se teria algo interessante pra fazer em Belém. Descobri que teria show do Aeroplano (banda de uns amigos meus, Ericão e Digow, a qual já a acompanhava há algum tempo, mas que nunca tive a oportunidade de ver) na madruga que estaríamos em Belém. Consegui falar com o Ericão (vocalista/guitarrista da banda) e perguntei se haveria a possibilidade de eu chegar a tempo. Ele confirmou, mas por via das dúvidas, peguei o número do celular dele pra confirmar quando chegássemos ao aeroporto. Transcorrida a viagem com o sempre esperado atraso, liguei para o Ericão do aeroporto em Belém, enquanto o Mário pegava as bagagens e o papai fazia o check in da viagem para Fortaleza. Ele disse que eu tinha 1 hora para chegar se quisesse ver o show deles. Rapa, nunca 1 hora rendeu tanto. Deu tempo de chegar no hotel, resolver as coisas por lá, trocar de roupa e correr para o local do show. O Mário foi comigo. Chegando lá, eles ainda estavam arrumando os instrumentos. Camillão (da banda Turbo, e amigo meu também, estava por lá dando o ar da graça). O show foi bacana... quase pirei quando tocaram “Contra Parede”, minha música preferida. Só gostaria de não estar tão cansada, pois aí teria feito eles passarem vergonha por mim com meus pulinhos e gritinhos costumeiros, já me vingando do Ericão por ter contado minha vida no microfone (sabe essa história toda que contei pra vocês? Pois é, ele contou também, de forma resumida, claro).
16 de janeiro de 2010, 8 horas e 10 minutos. Após um rápido deslocamento para frente do portão de embarque (com olhares furtivos do garçom para o meu decote quando ele veio me entregar a conta... homens são seres engraçados...).
Mas enfim continuando a história. Aparentemente, tudo o que deu certo nessa rápida visita a Aeroplano, deu errado no restante da viagem. Foi como se eu gastasse a minha conta de sorte diária. Quando (finalmente) chegamos em Fortaleza, em torno de 11 horas da noite, fomos recebidos por um alto e cansado funcionário da empresa. Ele conduziu a nós e outros passageiros, os quais também compraram o pacote, para o ônibus que nos levaria até o hotel. Como ele já estava trabalhando desde as 6 horas da manhã (informado por ele mesmo), já não era mais aquela figura sorridente e cheia de piadas sem graças costumeira dos guias turísticos... isso pode até ser contado como sorte.
Tudo já estava preparado para sairmos de lá, e após uma rápida reclamação do guia a respeito da confusão dos aviões, já estávamos indo dormir decentemente. Estávamos, pois como disse, minha cota de sorte já havia expirado há algum tempo. O ônibus enguiçou. E lá foi o guia atrás de um outro ônibus, e nós transportamos toooodas as nossas coisas para o novo veiculo. Chegando no hotel, já felizes da vida por pensar em descansar em um hotel chique (e bote chique nisso, mano!),um funcionário nos avisa, na maior tranqüilidade, que não havia nada reservado no nome da empresa e o hotel já estaria lotado. Aí foi guia ligando de um lado, funcionário do hotel fugindo para outro, clientes rindo de desespero... a confusão estava armada. Nem sei como isso foi resolvido, pois sai de perto, com medo eu ser a pé frio (e pra quem me conhece, sabe que isso seria bem provável). No quarto, ainda enfrentamos uma certa dificuldade com o restaurante do hotel, pois não tinha nada do que queríamos, mas finalmente conseguimos comer e dormir.
Os dias seguintes foram os mesmos de sempre, marcados por passeios, praia, sol, pele queimada, e com direito a uma guia com sotaque italiano (ou algo parecido) nada paciente no city tour. Tivemos dias bem legais, mas provavelmente não contarei aqui, pois a preguiça me bateu. E acho que em vocês também... nem sei se alguém chegará ao fim desse texto...
Bom.. para os que ficam, um grande beijo... e veremos se dessa vez o blog será realmente reativado.
OBS: Quanto tempo devo demorar para relembrar a senha daqui? Façam suas apostas!!
Assinar:
Postagens (Atom)